ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO (AEE)

Archive for maio 2010


Marcos é um aluno de 11 anos de idade, com Síndrome de Down, que frequenta o 4° ano do 1º Ciclo do Ensino Básico numa escola regular.

Aos três anos foi matriculado num Centro de Educação Infantil e não teve problemas de adaptação onde estudou até aos 6 anos.
No início do Ensino Fundamental, aos 7 anos, sua adaptação foi conturbada apresentando comportamentos inadequados. Foi para o 2º ano de escolaridade com muitas dificuldades em todos os parâmetros de avaliação.
Para fazer a inclusão de Marcos, a escola fez adequações no currículo, respeitando seu ritmo e estilo de aprendizagem.
É importante que o processo de ensino-aprendizagem seja ativo e participativo, partindo de suas capacidades e procurando diferentes alternativas.
Desse modo, deve-se planejar trabalhos cooperativos que estimulem o sua participação individual e coletiva.
Para realizar a adaptação curricular em relação ao aluno com Síndrome de Down, deve-se considerar as particularidades que afetam o seu modo de receber e processar a informação. As adaptações curriculares devem se fundamentar em:
1. A percepção.
2. A atenção
3. A memória
4. A lectoescrita
5. A psicomotricidade
6. O raciocínio lógico matemático
Além das adaptações curriculares é imprescindível uma relação saudável com os professores, que são solicitados frequentemente por Marcos, tendo que receber amiúde, reforços positivos. Devem ser exploradas todas as habilidades de Marcos para que ele possa ter oportunidades de desenvolvimento.
Desse modo, nota-se que o ambiente vivido por Marcos, deve ser harmonioso e propício para o seu enriquecimento, uma vez que está perfeitamente integrado na comunidade escolar.

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Texto elaborado para conclusão do Módulo II, do curso a distância em AEE, da Universidade Estadual de Goiás

Não há como pensar em construção do preconceito sem considerar a mesma como um processo sócio-cultural, onde padrões de normalidade são estabelecidos em detrimento das singularidades e particularidades de cada grupo cultural. Cada grupo social é único e cada indivíduo se constrói dentro do grupo a que pertence e participa na construção do mesmo.

Se existem diferentes formas de expressão humana, por que considerar apenas algumas normais e excluir outras?  A demarcação das diferenças leva à separação entre as pessoas e esta, por sua vez, é a raiz do preconceito. O preconceito só é possível, quando a exclusão de alguns grupos impede o convívio de outras pessoas com o mesmo. Na impossibilidade do convívio, tais pessoas passam a conceber julgamentos antecipados, sem fundamentações coerentes. A experiência de conviver não combina com o preconceito!

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Alunos com deficiência precisam desenvolver habilidades para participar das aulas. Saiba como esse trabalho deve ser feito no contraturno.

Camila Monroe (camila.monroe@abril.com.br).
Colaborou: Beatriz Santomauro

LEITURA NO TATO O trabalho com letras móveis em braile ajuda os alunos com deficiência visual na alfabetização. Fotos: Marina Piedade

Os números do último Censo Escolar são o retrato claro de uma nova tendência: a Educação de alunos com deficiência se dá, agora, majoritariamente em classes regulares. Seis em cada dez alunos nessa condição estão matriculados em salas comuns – em 2001, esse índice era de apenas dois em cada dez estudantes. O aumento merece ser comemorado, mas que não esconde um grande desafio: como garantir que, além de frequentar as aulas, crianças e jovens aprendam de verdade?

A tarefa tem naquilo que os especialistas chamam de Atendimento Educacional Especializado (AEE) um importante aliado. Instituído pelo mesmo documento que em 2008 concebeu as diretrizes para a inclusão escolar, mas regulamentado apenas no fim do ano passado, o AEE ocorre no contraturno nas salas de recursos, ambientes adaptados para auxiliar indivíduos com uma ou mais deficiências (veja nas fotos que ilustram esta reportagem alguns dos principais equipamentos utilizados em três escolas da capital paulista: EE Emiliano Augusto Cavalcanti de Albuquerque e Melo, EMEF João XXIII e EMEI Professor Benedicto Castrucci). Segundo o Censo Escolar, atualmente 27% dos alunos matriculados em classes comuns do ensino regular recebem esse apoio. Se a implantação das 15 mil novas salas prometidas para este ano de fato ocorrer, o atendimento alcançará mais de 50% das matrículas – em números absolutos, cerca de 190 mil estudantes.

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Entrevista com Maria Teresa Égler Mantoan – para a educadora, na escola inclusiva professores e alunos aprendem uma lição que a vida dificilmente ensina: respeitar as diferenças. Esse é o primeiro passo para construir uma sociedade mais justa

Meire Cavalcante (novaescola@atleitor.com.br)

MARIA TERESA EGLÉR MANTOAN  "Estar junto é se aglomerar com pessoas que não conhecemos. Inclusão é estar com, é interagir com o outro".  Foto: Kaka BratkeUma das maiores defensoras da educação inclusiva no Brasil, Maria Teresa Mantoan é crítica convicta das chamadas escolas especiais. Ironicamente, ela iniciou sua carreira como professora de educação especial e, como muitos, não achava possível educar alunos com deficiência em uma turma regular. A educadora mudou de idéia em 1989, durante uma viagem a Portugal. Lá, viu pela primeira vez uma experiência em inclusão bem-sucedida. “Passei o dia com um grupo de crianças que tinha um enorme carinho por um colega sem braços nem pernas”, conta. No fim da aula, a professora da turma perguntou se Maria Teresa preferia que os alunos cantassem ou dançassem para agradecer a visita. Ela escolheu a segunda opção. “Na hora percebi a mancada. Como aquele menino dançaria?” Para sua surpresa, um dos garotos pegou o colega no colo e os outros ajudaram a amarrá-lo ao seu corpo. “E ele, então, dançou para mim.” Na volta ao Brasil, Maria Teresa que desde 1988 é professora da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas deixou de se concentrar nas deficiências para ser uma estudiosa das diferenças. Com seus alunos, fundou o Laboratório de Estudos e Pesquisas em Ensino e Diversidade. Para ela, uma sociedade justa e que dê oportunidade para todos, sem qualquer tipo de discriminação, começa na escola.

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Deficiência intelectual

"Ajudou no meu trabalho perceber que o Benjamin  precisa visualizar. Ele entende mais diante de  situações concretas."  Roseléia Blecher, professora da Nova Escola Judaica Bialik Renascença, em São Paulo, onde  estuda Benjamin Saidon, 15 anos,  com síndrome de Down. Foto: Marcelo Min• Definição: funcionamento intelectual inferior à média (QI), que se manifesta antes dos 18 anos. Está associada a limitações adaptativas em pelo menos duas áreas de habilidades (comunicação, autocuidado, vida no lar, adaptação social, saúde e segurança, uso de recursos da comunidade, determinação, funções acadêmicas, lazer e trabalho). O diagnóstico do que acarreta a deficiência intelectual é muito difícil, englobando fatores genéticos e ambientais. Além disso, as causas são inúmeras e complexas, envolvendo fatores pré, peri e pós-natais. Entre elas, a mais comum na escola é a síndrome de Down.

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Deficiência Visual

"Precisei estudar para ensinar  Educação Física para alunos com  deficiência visual. Hoje, na sala de  recursos, procuro novas possibiliades  para a turma."  Anderson Martins, professor de  Educação Física da EMEF Antônio  Fenólio, em Taboão da Serra, SP, onde  estuda Taianara Monteiro, 13 anos.   Foto: Marcelo Min

• Definição: condição apresentada por quem tem baixa visão (em geral, entre 40 e 60%) ou cegueira (resíduo mínimo da visão ou perda total), que leva à necessidade de usar o braile para ler e escrever.

• Características: a perda visual é causada em geral por duas doenças congênitas: glaucoma (pressão intraocular que causa lesões irreversíveis no nervo ótico) e catarata (opacidade no cristalino). Em alguns casos, as doenças são confundidas com uma ametropia (miopia, hipermetropia ou astigmatismo), que pode ser corrigida pelo uso de lentes, o que permite o retorno total da visão. A catarata também pode ser corrigida, mas só com cirurgia. “O aluno que não enxerga o colega a 2 metros nas brincadeiras, principalmente em espaços abertos, pode ter 5 ou 6 graus de miopia e não necessariamente baixa visão ou cegueira”, explica o oftalmologista Frederico Lazar, de São Paulo.

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Conhecer o que afeta o seu aluno é o primeiro passo para criar estratégias que garantam a aprendizagem

Carla soares Martin (novaescola@atleitor.com.br)

https://i2.wp.com/revistaescola.abril.com.br/img/inclusao/inclusao24-deficiencia_0.jpg

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Cursos 120 ou 180 horas – AEE

- DISLEXIA - SINDROME DE DOWN - ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO.

A PARTICIPAÇÃO NESTAS TRÊS OFICINAS GARANTE O CERTIFICADO EM 120 HORAS NO ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO (AEE)
INVESTIMENTO DE R$ 220,00 POR R$ 199,90
ou
DISLEXIA- SINDROME DE DOWN- DPAC- ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO.

A PARTICIPAÇÃO NESTAS QUATRO OFICINAS GARANTE O CERTIFICADO EM 180 HORAS NO ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO (AEE)
INVESTIMENTO DE R$ 310,00 POR R$ 287,00

Curso de DISLEXIA à distância

CURSO DE 40h COM INÍCIO EM 16/11/2010 MAIORES INFORMAÇÕES NO SITE: http://psicopedagogavaleria.com.br

CURSO AEE À DISTÂNCIA – 60h

OLÁ PESSOAL, Serei a Tutora de um curso sobre “Atendimento Educacional Especializado” (40h) e estou divulgando o link para o site! QUEM SE INSCREVER NO CURSO PODERÁ PARTICIPAR DA OFICINA DE BRINQUEDOTECA. APROVEITEM! psicopedagogavaleria.com.br
Incluir não significa apenas colocar no próprio ninho o estranho que vem de fora, sequestrando-o de sua vida plena; ao contrário,requer um sair de si e ir seu encontro,ofertando-lhe aquilo de que, efetivamente necessita.Incluir significa ouvir e responder áquilo que um outro pede pela sua própria voz. (Tunes;Bartholo)

SER DIFERENTE É NORMAL!

síndrome de down

VIVA A DIVERSIDADE!

Imagem retirada de: http://trocandoideiassobreportadoresdedm.blogspot.com/2007_04_01_archive.html

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