ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO (AEE)

Archive for agosto 2010


Como avaliar o aluno com deficiência? Mara Lúcia Sartoretto

A avaliação sempre foi uma pedra no sapato do trabalho docente do professor. Quando falamos em avaliação de alunos com deficiência, então, o problema torna-se mais complexo ainda. Apesar disso, discutir a avaliação como um processo mais amplo de reflexão sobre o fracasso escolar, dos mecanismos que o constituem e das possibilidades de diminuir o violento processo de exclusão causado por ela, torna-se fundamental para possibilitarmos o acesso e a permanência com sucesso dos alunos com deficiência na escola.

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Lista de sites que podem ser utilizados com os alunos nas aulas de informática ou em outros momentos onde seja necessário.

Tem coisas bem interessantes em todos eles. Confiram!

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Dóra Cortat Simonetti *

ABAHSD – Associação Brasileira para Altas Habilidades/Superdotados

Resumo :

Apesar de documentos legais que reconhecem alunos com capacidade acima da média na população escolar o que, muitas vezes, chega à prática dos profissionais da educação são conceitos desligados de concepções, relativamente vagos, pesados de mitos que as produções científicas estão derrubando. Ressignificar as concepções e conceitos sobre altas habilidades / superdotação é de suma importância sobretudo quando se admite que qualquer prática educativa deve sempre partir de um referencial teórico. Superdotação é um conceito que serve para expressar alto nível de inteligência e indica desenvolvimento acelerado das funções cerebrais. Desde a década de 80 surgem novas teorias sobre inteligência que vêm ampliando nossa visão sobre altas habilidades; a partir da década de 90, as pesquisas cognitivas foram enriquecidas com o desenvolvimento das ciências neurais. A Teoria da Desintegração Positiva de Dabrowski , o modelo Diferenciado de Superdotação e Talento de Gagné , o Círculo dos Três Anéis de Renzulli , o modelo das Inteligências Múltiplas de Gardner e o modelo WICS de Sternberg são estudos que se destacam. São modelos diferentes que não se excluem,mas se completam. Algumas alternativas para inclusão escolar destes alunos são: Atividades extracurriculares organizadas na própria escola, Sala de Recursos, Modelo de Enriquecimento Escolar (SEM) de Renzulli e Centro para Desenvolvimento do Potencial e Talento (CEDET) idealizado pela psicóloga Zenita Guenther.

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Francisco Lima fala dos estigmas e preconceitos que envolvem o aluno com deficiência

Francisco Lima

Resumo
O presente artigo constitui o sumário de um conjunto de reflexões a respeito dos mitos e preconceitos que envolvem a pessoa com deficiência na escola, tanto aquela conhecida como comum ou regular, quanto a chamada “escola especial”. Sendo um sumário, alguns pontos serão apenas mencionados, outros precisarão de conhecimento prévio do leitor e outros ainda, de elucidação e aprofundamento. O texto não tem o objetivo de esgotar as possibilidades de olhares sobre o tema, mas apontar alguns olhares que professores, pais e os próprios sujeitos com deficiência nos trazem. Assim, este artigo compõe uma leitura desses olhares, sob a égide da teoria da inclusão e de nossa experiência enquanto profissional da educação e da psicologia. É uma missiva, mais que um artigo técnico, visto que pretende servir de base para nossa palestra a respeito do tema e não um artigo científico para uma revista especializada. É importante, portanto, que não seja visto como um receituário de sugestões, nem como a única face de nosso sistema educacional e nem como um mero “atirar para todos os lados”. Pelo contrário, o presente texto deve ser tido e entendido como um alerta aos gestores da educação, em todos os níveis, e servir como um conjunto de “provocações”, ‘denúncias” e “cobranças” para a reflexão daqueles que se dizem inclusivos, ou que defendem a inclusão, mas que, em seus atos, desdizem teórica e praticamente os preceitos dos quais alegam ser partidários.

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Incluir não significa apenas colocar no próprio ninho o estranho que vem de fora, sequestrando-o de sua vida plena; ao contrário,requer um sair de si e ir seu encontro,ofertando-lhe aquilo de que, efetivamente necessita.Incluir significa ouvir e responder áquilo que um outro pede pela sua própria voz. (Tunes;Bartholo)

SER DIFERENTE É NORMAL!

síndrome de down

VIVA A DIVERSIDADE!

Imagem retirada de: http://trocandoideiassobreportadoresdedm.blogspot.com/2007_04_01_archive.html

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