ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO (AEE)

Archive for fevereiro 2011


ATIVIDADES INTERATIVAS EDUCACIONAIS

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PROGRAMA DE CURSOS E OFICINAS

LARAMARA 2011
LOCAL: LARAMARA – Associação Brasileira de Assistência ao Deficiente Visual
Rua Conselheiro Brotero, 338 – Barra Funda, São Paulo, SP
(próximo à Estação Marechal Deodoro do Metrô)
Inscrições com Edinéia – Tel. (11) 3660-6412 – eventos@laramara.org.br Continue lendo »


Através do brincar, a criança pode desenvolver sua coordenação motora, suas habilidades visuais e auditivas e seu raciocínio criativo. Está comprovado que a criança que não tem grandes oportunidades de brincar, e com quem os pais raramente brincam, sofre bloqueios e rupturas em seus processos mentais.
As crianças sem deficiência mental brincam espontaneamente, ou aprendem rapidamente através de imitação. Elas tentam todos os tipos de brincadeiras novas por curiosidade. As crianças deficientes, que têm um menor grau de comprometimento em seu desenvolvimento cognitivo, também aprendem por imitação, contudo, freqüentemente necessitam ligeira ajuda para torná-las mais inquisitivas.
Já as crianças com maior grau de comprometimento em seu desenvolvimento cognitivo necessitam que lhes ensinem muita coisa e nesses casos a imitação quase não funciona. É necessário ensinar a tarefa em si e mostrar que o processo é divertido.
 
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Decodificação:
Deverá enfatizar o treino das habilidades auditivas de consciência fonológica (análise e síntese) associada à leitura e o treino dos aspectos de discriminação de freqüência, intensidade e duração de sons não-linguísticos e de sons verbais.
 
Codificação:
Deverá enfatizar o treino da compreensão de linguagem no ruído (figura-fundo) e o treino de cada canal auditivo separadamente, utilizando tampão auricular.
 
Organização:
Treinar predominantemente memória para sons em seqüência. Utilizar sons verbais visando à seqüência lógico-temporal de um texto. Usar sons não verbais visando à prosódia da fala.
 
 
O processo de intervenção não possui uma ordem seqüencial de treino preestabelecida.
 
Atividades:
 
1)      Duração de 10 a 20 min. Material: um lenço de pano. Objetivo: desenvolver o processamento auditivo e a memória. Organização: os participantes formam um círculo, ficando um deles no centro, com os olhos vendados. Desenvolvimento: o animador caminha ao redor do círculo e toda vez que tocar em alguém, aquele que foi tocado perguntará: Quem é? Quem estiver no centro, com os olhos vendados, terá que adivinhar o nome do participante que falou. Se não adivinhar, o participante que falou passa a ocupar o lugar dele no centro do circulo. Mas se reconhecer a voz e pronunciar o nome do companheiro mantém seu lugar e a brincadeira recomeça.
 
 
2)      Duração 15 minutos. Material: giz ou equivalente pra traçar uma linha no chão; dois cartazes: em um escrito a palavra rio e em outro a palavra ribeira. Objetivos: desenvolver a orientação espacial; desenvolver o processamento auditivo, sendo as habilidades auditivas predominantes tais como a atenção e o reconhecimento de palavras com extensão diferentes. Organização: traça-se uma linha bem visível no chão. Um dos lados da linha será o rio, onde será colocado o cartaz correspondente no chão, e o outro, ribeira, onde coloca-se o outro cartaz. Os participantes colocam-se em fila indiana, do lado da ribeira, junto à linha divisória. Desenvolvimento: o animador vai alterando arbitrariamente as palavras rio, ribeira…, devendo os participantes deslocarem-se, saltando com ambos os pés, para o lado indicado. Quem se enganar ou pisar sobre a raia, sai do jogo. O ultimo que ficar será o vencedor. Pode-se tornar o jogo mais difícil, fazendo com que os participantes pulem num pé só ou que coloquem a mão na nuca. Se perderem o equilíbrio ou soltarem a mão terão que sair do jogo.
 
 
3)      Duração de 10 a 20 minutos. Objetivo: desenvolver o processamento auditivo, sendo as habilidades auditivas predominantes atenção, memória e o reconhecimento de palavras. Organização: os participantes dispõem-se em círculo, sentados, deixando um lugar vago. Cada qual escolhe para si o nome de uma fruta ou verdura e esta escolha deve ser feita em conjunto. As crianças podem escrever os nomes das frutas e verduras em papéis, lendo-os em seguida e sorteando-os. Os nomes podem ser colocados na forma de crachás. Desenvolvimento: o animador conta que foi a uma quitanda e lá conheceu o Sr. Joaquim que lhe perguntou o que desejava e ele foi enumerando uma lista de verduras e frutas com as respectivas quantidades. Cada vez que o animador menciona uma fruta ou verdura, o participante que tiver o mesmo nome deve ocupar o lugar que estiver vago; aquele que se enganar ou demorar sai do jogo. Observação: é preciso ter cuidado de reconstituir o círculo toda vez que necessário, de maneira que não fique mais de um lugar vago. A atividade pode começar lentamente e ser acelerada aos poucos.
 
 
4)      Duração 15 minutos. Material: um apito. Objetivo: propiciar o desenvolvimento do processamento auditivo, sendo as habilidades auditivas predominantes a atenção e o reconhecimento de sons não verbais com variação de intensidade (forte versus fraco), duração (curto versus longo) e freqüência (número de vezes). Organização: os participantes colocam-se em fila, separados por uma distancia de um metro. O professor ou terapeuta deve ter um apito. Desenvolvimento: quando o animador apitar uma vez, os participantes deverão dar um passo pra frente. Se apitar duas vezes, o passo será pra trás. Quem se atrapalhar sai do jogo. E assim prossegue sucessivamente até restar um só que será o vencedor. Observação: pode-se variar a atividade acrescentando saltos para os lados ou outros movimentos e as opções de apresentação do som já descritas.
 
 
5)       Duração de 5 a 10 minutos. Material: cadeiras. Objetivo: estimular a atenção; desenvolver o processamento auditivo. Organização: dispõem-se as cadeiras formando uma roda, colocando-se uma a menos que o total de participantes. Desenvolvimento: todos em pé, inicia-se o percurso ao redor das cadeiras, sem tocá-las. A movimentação deve ocorrer ao som de uma música, cantada pelas crianças com variação de velocidade, sendo que, em músicas mais rápidas as crianças deverão andar mais rápido e, em mais lentas, o oposto. Ao sinal do professor, cada qual procura sentar-se na cadeira mais próxima. Quem não conseguir sai do jogo.
 
 
6)      Duração 20 minutos. Material: giz para traçar círculos no chão. Objetivo: desenvolver o processamento auditivo; treinar habilidades auditivas associadas com habilidades visuais. Organização: os participantes escolhem ou recebem nomes de animais, escrevendo e/ou lendo os diferentes nomes, sentam-se ao acaso no chão (a floresta) Desenvolvimento: o caçador percorre o lugar em todas as direções e vai chamando os animais. O integrante nomeado deve apessar-se a tomar a posição atrás do professor. O passeio dos animais, quando designados pelo caçador pode ser feito por exercícios os mais variados: corridas, saltos etc.
 
 
7)      Duração de 12 a 40 minutos, conforme o número de participantes. Material: um lenço, um pacote de balas, folhas ou pedaços de papel. Objetivo: desenvolver o processamento auditivo, sendo as habilidades auditivas predominantes como a atenção e a localização sonora. Organização: os participantes sentam-se formando um círculo. O professor coloca uma venda nos olhos de um deles, em seguida transporta para algum lugar, por ele ignorado, o pacote de balas, que deverá estar envolvido em papel grosso, de tal maneira que seja difícil desembrulhar sem fazer ruídos. Desenvolvimento: a um sinal do professor um dos participantes, indicado ao acaso, deixa seu lugar e aproxima-se silenciosamente do pacote de balas. Se conseguir abri-lo sem fazer barulho, tem direito a comer uma bala e ganha três pontos. O participante que fez o papel de sentinela toda vez que ouvir algum barulho grita “alto” e indica a direção onde acredita estar o ladrão. Se acertar, o companheiro que faz o papel de ladrão é eliminado e a sentinela ganha três pontos. Escolhe-se nova sentinela e outro participante para o papel de ladrão e a brincadeira continua. Pode-se dividir os participantes em duas equipes e, neste caso, os pontos ganhos serão distribuídos às respectivas equipes.
 
 
8)      Objetivos: percepção auditiva analítico-sintético não verbal; ampliação do vocabulário. Material: gravador e fita cassete com sons relacionados a situações contextualizadas. Método: o professor apresenta aos alunos várias seqüências sonoras (em média três estímulos por seqüências), representando determinadas situações. As crianças separadas em grupos, deverão recompor em todo as partes sonoras apresentadas, marcando pontos para seu grupo. Exemplo: buzina, motor de carro e carro freando = rua; telefone, máquina de escrever e impressora = escritório.
 
 
9)      Objetivos: ampliação do vocabulário; percepção auditiva/rima, introdução à noção de prefixo e sufixo. Método: a criança deve inventar palavras que tenham em comum o sufixo ou o prefixo da palavra selecionada; por exemplo: com base em “infeliz” e “livraria” ela faz outras associações, formando palavras como insensível, inativo, indiscreto/carpintaria, papelaria, mercearia, sapataria.
 
10)  Objetivos: desenvolver a memória auditiva verbal; desenvolver o gosto pela leitura e escrita; percepção auditiva de figura-fundo; promover o aumento do vocabulário. Método: formular histórias com as crianças em que o início é dado e cada criança contribui com uma parte da história. Ao terminar, a história deverá ser lida para as crianças pelo professor. A atividade deverá ser realizada com mensagem verbal competitiva (música, barulho de rua etc.). Deve-se chamar a atenção da criança para o som do fundo.
 
11)  Objetivos: desenvolver a memória auditiva verbal; desenvolver ritmo; ampliação do vocabulário; introdução de prefixo e sufixo. Método: a partir de um inventário de palavras realizado pela criança e/ou de um texto escrito, o professor seleciona uma palavra em que aparece um prefixo e/ou um sufixo. O professor orienta as crianças a construírem a “família da palavra” (por exemplo, a palavra pedrinha permite que a criança reconstitua a “família”: pedra/pedreira/pedreiro/pedregulho/pedraria…). Cada aluno deverá repetir a seqüência correta de palavras e acrescentar um novo elemento, marcando cada sílaba de palavras com palmas.
 
12)  Objetivos: estimular a linguagem oral; estimular a memória auditiva. Método: o professor narra o enredo de uma história. Por exemplo: João hoje saiu de manhã e… Cada aluno, por ordem, deverá repetir o que foi dito e colocar mais alguma coisa que complemente a história, imediatamente. O professor dirá que a história deverá ser memorizada. Após completar a história (ou o número de crianças), o professor fará a interpretação da mesma com as crianças.
 
13)  Objetivos: identificar estímulos sonoros; desenvolver a memória auditiva; treino monoaural e binaural para mensagens verbais; desenvolver a produção oral. Material: texto para leitura (histórias interessantes e curtas). Método: o professor deverá contar uma história curta de forma expressiva, podendo, para isso, utilizar objetos para representar os personagens da história e sons instrumentais e ambientais para representar determinadas situações. O aluno deverá ouvir a história ocluindo com a mão uma das orelhas. Posteriormente inverte-se a orelha que será ocluída e, numa etapa final, a história é contada repetida sem que os alunos ocluam as orelhas. Cada aluno deverá reproduzir parte da história oralmente.
Marina Almeida
Consultora de Ed. Inclusiva, Psicóloga e Psicopedagoga
(13) 30191443 ou (13) 34695176
www.institutoinclusaobrasil.com.br
São Vicente-SP


Este material foi elaborado pela equipe que coordena o AEE em Taboão da Serra, juntamente com o grupo de professores que trabalha nas salas de recursos do município e será utilizado pelos mesmos em seus atendimentos.

Orientações para preenchimento do formulario

PDI Taboão

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Documento disponibilizado para os alunos do curso de AEE pela UNESP de Marília.

PLANO DE DESENVOLVIMENTO INDIVIDUAL

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PDI

Tenho recebido pedidos de sugestões e/ou orientações para elaborar o plano do AEE. Portanto estarei postando alguns materiais sobre o assunto e espero poder ajudar.

abç a todos

Tive acesso a este material em um curso oferecido pela UNESP de Marília

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Cursos 120 ou 180 horas – AEE

- DISLEXIA - SINDROME DE DOWN - ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO.

A PARTICIPAÇÃO NESTAS TRÊS OFICINAS GARANTE O CERTIFICADO EM 120 HORAS NO ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO (AEE)
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ou
DISLEXIA- SINDROME DE DOWN- DPAC- ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO.

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Curso de DISLEXIA à distância

CURSO DE 40h COM INÍCIO EM 16/11/2010 MAIORES INFORMAÇÕES NO SITE: http://psicopedagogavaleria.com.br

CURSO AEE À DISTÂNCIA – 60h

OLÁ PESSOAL, Serei a Tutora de um curso sobre “Atendimento Educacional Especializado” (40h) e estou divulgando o link para o site! QUEM SE INSCREVER NO CURSO PODERÁ PARTICIPAR DA OFICINA DE BRINQUEDOTECA. APROVEITEM! psicopedagogavaleria.com.br
Incluir não significa apenas colocar no próprio ninho o estranho que vem de fora, sequestrando-o de sua vida plena; ao contrário,requer um sair de si e ir seu encontro,ofertando-lhe aquilo de que, efetivamente necessita.Incluir significa ouvir e responder áquilo que um outro pede pela sua própria voz. (Tunes;Bartholo)

SER DIFERENTE É NORMAL!

síndrome de down

VIVA A DIVERSIDADE!

Imagem retirada de: http://trocandoideiassobreportadoresdedm.blogspot.com/2007_04_01_archive.html

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